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Mostrando postagens de fevereiro, 2014
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"É preciso explicar por que o mundo de hoje, que é horrível, é apenas um momento do longo desenvolvimento histórico e que a esperança sempre foi uma das forças dominantes das revoluções e das insurreições. E eu ainda sinto a esperança como minha concepção de futuro."                                                                                                 Jean Paul Sartre Globalização - O mundo global visto do lado de cá 

Da Alfazema à felicidade.

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Uma roda de samba, dessas tradicionalissimas, hoje só encontradas nos confins dos interiores da Bahia ou em praças urbanas através da iniciativa de jovens que sentem-se responsáveis pela manutenção das culturas populares - culturas essas que nunca tiveram espaço nas mídias para massas - um rapaz, àquele que puxava as musicas (não sei qual denominação correta) molhou as mãos dos que compunham a roda com Alfazema e  perguntou  "O que esse cheiro vos lembram?". Apesar de não compreender a pergunta, no inicio, decidi fechar os olhos e buscar em mim essa respostas. Em segundos eu estava exatamente na casa antiga onde morava com meus avós,  mãe,  tios, primos, era como se acabara de acordar com o som do programa matinal da rádio local que minha avó escutava religiosamente toda manhã no seu rádio de pilha, na panela a pressão chiando, o cheiro de feijão sendo cozido que se misturava com o aroma do café preto passado no coador de pano; lembrei-me do quintal de terra, das b...
Puxe uma cadeira ali ou peça pro garçom trazê-la...   Já tem um tempo que estou com vontade de montar um blog, um blog diferente dos tantos outros que já montei e abandonei com o tempo, algo com o intuito de dar vida à tantas reflexões diárias baseadas nas vivências e no compartilhamento de dores, amores, conhecimentos, descontentamentos e esperanças meus e daqueles que passam pelos meus caminhos, e em cinco minutos de impulsividade, um suspiro, uma overdose de Vinicius de Moraes e Baden Powell e uma xícara de café numa noite quente, nasce Xícaras e Tulipas , dessa coragem de desengavetar vontades e sonhos, garantindo uma digna homenagem à dois personagens eternamente presentes nas rodas de amigos, nas conversas privadas, nos encontros românticos, nas noites solitárias de frio e agitadas de calor, minhas duas paixões O Café e A Cerveja. Duas figuras dicotômicas, uma quente, outra fria, uma saboreada durante o dia e outra apreciada a noite, que combinam perfeitamente com o clima tr...